NO ANIVERSÁRIO DE 35 ANOS DO PORCÃO, 35 PASSAGENS PARA NOVA YORK!
Do primeiro chutinho na barriga à festa de formatura. Do primeiro beijo ao pedido de casamento. Da proposta de emprego à primeira promoção.
Envie uma história feliz que você tenha vivido no Porcão. As 35 mais votadas ganham uma passagem aérea para Nova York. Participe. Escreva. Convide os seus amigos pra votar.
Em nosso aniversário, não pode haver presente melhor do que ver você feliz.
O Grupo Porcão preza pela transparência e pela ética em suas ações, e acima de tudo respeito pelos participantes.
Esclarecemos que todas as histórias são monitoradas, e temos inclusive o conhecimento das que não atendem ao critério de votação. Reforçamos que, em caso de fraude (utilização de mecanismos, recursos, programas/softwares maliciosos e/ou fraudulentos com o intuito de burlar o sistema administrativo do blog), os participantes e as histórias serão excluídos automaticamente do Concurso.
Conforme o Regulamento deste, os premiados serão divulgados em até 30 dias após o término do mesmo e a premiação acontecerá em até 30 dias a partir da data de divulgação.
7
jun
Autor: Celise Barnabé Duarte
Tudo começou porque eu estava meio gordinha. Por causa disso minha mãe resolveu fazer uma aposta comigo. Como eu nunca havia ido ao porcão e era doida pra ir, ela disse que se eu emagrecesse 10 kilos ate o dia dos namorados ela pagava porcão pra mim e pro meu namorado. Eu aceitei a aposta e comecei a dieta! Faltando 2 semanas para o dia dos namorados faltava ainda 3 kilos para completar os 10! Eu peguei pesado, e consegui emagrecer o restante! Enfim comemorei meu 4º dia dos namorados em alto estilo no Porcão e ainda 10 kilos mais magra! Foi ótimo! Foi a primeira vez que fui ao porcão e adorei! Valeu a pena a dieta!hehehe
7 de junho de 2010 - Publicado por Celise Barnabé Duarte
7
jun
Autor: Eduardo Ribeiro Vieira
Em 2001 passei no vestibular…e o melhor lugar pra “comer”morar só poderia ser no porcão!!
Convidei a galera e a família e fomos…chegando lá, invetaram de me pintar, com batom, pinceis…etc…
paguei o maior mico…mas eu tava feliz…comendo aquela picanha deliciosa, e com minha vaga garantida…o resto foi só alegria!
7 de junho de 2010 - Publicado por Eduardo Ribeiro Vieira
7
jun
Autor: ana paula araujo matias
Falar de porcão não e difícil, pois quem não se lembra daquele cheirinho gostoso da picanha, o visual e clima de sua arquitetura, a beleza de seus restaurantes, com suas localizações surpreendentes e agradável. Aquele balé dos garçons para me atender, riscando o chão com o vento de sua velocidade. Os maitres que parecem até magos lendo pensamentos e realizando meu desejo gastronômico, falar do que e gostoso, simples e rápido, momentos felizes, são todos! Quando ali estou me sinto uma verdadeira rainha num grande palácio me sentindo a mais bela e suprindo todos meus desejos.
7 de junho de 2010 - Publicado por ana paula araujo matias
4
jun
Autor: Ana Cláudia Tancredo Ribeiro
Íamos sempre ao porcão! Tínhamos 2 anos de namoro, ele me chamou pra irmos até lá! Ele pediu que eu segurasse uma caixa com 2 porquinhos dentro! Eu não entendi e perguntei pra que era? Ele disse que daria de presente ao garçom em homenagem ao nome do lugar, aí que eu achei estranho mesmo! Chegamos,eu ansiosa pra comer aquela picanha divina! Ele levantou e disse que ia entregar a caixa pro garçom. Ele voltou, e começamos a degustar aquelas delícias, de repente, o garçom chega com a tal caixa de porquinhos e me entrega. Eduardo disse que o casal de porquinhos era nós dois,que queria casar e ter 2 porquinhos! A aliança estava escondida no meio deles! Guardo os porquinhos até hoje e os levarei de volta ao Porcão quando nossos porquinhos chegarem!
4 de junho de 2010 - Publicado por Ana Cláudia Tancredo Ribeiro
2
jun
Autor: Alfredo Domingos Faria da Costa
Na Porcão. Chamados os parentes para o almoço das mães. Todos sentados. Pedidas as bebidas e entradas. Alguns foram à procura dos balcões. Igor, neto de quatro anos, agitado, levado. Resultado: batatas ao chão. Angélica, nome puro, estudou em colégio religioso. Neta criada para ser “lady”, virou “rave”. Tia Lena, suarenta e volumosa, contava histórias sem parar. Rodízio passando. Chope rolando. Zé e Rui, primos, discutiam futebol. Conversa animada. Vó Ana é católica, reservada. Fez uma oração. Tio Ivo disse que não liga pra comida e que parece um passarinho. Na verdade, morre pela boca. Os garçons desfilavam as iguarias. Bom atendimento. Momentos felizes à mesa. Mães agradecidas. Despedida. A Porcão fez a sua parte. Carnes maturadas, relações amadurecidas.
2 de junho de 2010 - Publicado por Alfredo Domingos Faria da Costa
2
jun
Autor: Fabíola Salustiano
Conheci meu marido e trocamos telefones;na semana seguinte marcamos de sair,muito esperto ele quiz impressionar e me levou ao Porcão Barra.
Nunca tinha ido a um restaurante tão famoso,depois que entrei me senti em casa,o ambiente é acolhedor.
Foi então que um garçon muito simpático,que diga-se de passagem está lá até hoje,me perguntou: _Senhora você quer pedir algo,uma salada,um carpaccio.
Paulo rapidamente pediu o carpaccio e me perguntou qual eu iria querer,desesperada mas sem nunca descer do salto,disse a ele que pedisse qualquer um pois eu gostava de todos!
Minha nossa o que é carpaccio!Pensei.
Comi linda a carne crua bem fininha com alcaparras e azeite,amei!
Hoje nossos 3 filhos amam o porcão.
Contei a história anos depois!
Belo começo.
2 de junho de 2010 - Publicado por Fabíola Salustiano
1
jun
Autor: Rafael Pereira de Carvalho
O sonho de tres amigos se tornou realidade em 2009 quando inauguramos nosso primeiro Estúdio de Pilates. Desde quando começamos a conversar sobre tal idéia ja tínhamos certeza de onde seria nosso jantar de comemoração, no Porcão BH. Foi uma noite muito bacana onde na companhia de 5 amigos podemos brindar o início de uma grande parceria. Não poderia ser melhor, um lugar mágico, o cardápio maravilhoso e os os garçons impecáveis. Desde então o Porcão passou a fazer parte da nossa história, quando bate a nostalgia ligamos um para o outro e nos encotramos novamente no Porcão. Obrigado pelo carinho a toda equipe.
1 de junho de 2010 - Publicado por Rafael Pereira de Carvalho
1
jun
Autor: Marcus Vinícius Lopes da Silva
Pela manhã deste dia, eu e minha esposa tínhamos conhecido um apartamento que nos apaixonamos, no entanto, estava um pouco acima do que podíamos pagar. À noite fomos ao Porcão, utilizar o desconto de 20% dos médicos (kkk). Acontece que, por força do destino, sentamos em uma mesa que estava reservada (não era para nós), na mesma hora em que chegou o casal da reserva, trocamos uma pequena conversa, pedimos desculpas e, este senhor nos convidou para sentar à mesa. Aceitamos, e qual não foi a surpresa ao descobrirmos que este senhor era o proprietário da construtora do apartamento que tínhamos amado. Contei a situação, sem segunda intenção, e, imediatamente, ele fechou o negócio na forma que podíamos pagar. Ficamos lá por horas, rimos, comemos e fizemos um bom negócio.
1 de junho de 2010 - Publicado por Marcus Vinícius Lopes da Silva
1
jun
Autor: Frederico Augusto de Souza Moreira
Em 1995, costumava frequentar o Porcão com um amigo que conhecia todo mundo no restaurante, principalmente em Ipanema. Íamos normalmente após o trabalho e era muito agradável ficar ali no bar, de papo-furado. Mas um dia foi especial. Meu Flu tinha acabado de ser campeão, em um jogo histórico contra o Flamengo. E alguns dias depois, estávamos ali no bar, dando risadas, quando de repente, quem chega para sentar na nossa mesa? Ele mesmo, o Rei do Rio: Renato Gaúcho, o autor do famoso gol de barriga. Ouvi piadas, histórias e curiosidades. Na hora de ir embora, me dei conta que estava batendo papo com um ídolo. Para ficar perfeito, só se chegasse aquela porção de ponta de picanha. E não é que, aos 43 do segundo tempo, ela chegou? Foi meu gol de barriga, meu gol do título.
1 de junho de 2010 - Publicado por Frederico Augusto de Souza Moreira
1
jun
Autor: Carlos Alberto C Guimarães
Convidei minha namorada e a família para o que seria mais um almoço no Porcão. Ninguém sabia, mas naquela tarde de maio eu a pediria em casamento. Rodízio passando, muita animação, até que eu pus a mão no bolso e… caramba! Esqueci de levar as alianças! Sem graça, inventei que me esquecera da carteira e precisava voltar para casa. Voei de táxi (ida e volta) e, ainda ofegante, sentei-me outra vez à mesa. A turma já estava na sobremesa quando, enfim, pedi um minuto de atenção e perguntei à mulher da minha vida: “Quer casar comigo?”.
Na mesa, todos aplaudiram. As pessoas das mesas ao lado, percebendo do que se tratava, também começaram a aplaudir. O “Sim” foi inevitável. Estamos casados há 3 anos e, muito em breve, faremos uma segunda Lua de Mel. Onde? Em Nova York!
1 de junho de 2010 - Publicado por Carlos Alberto C Guimarães